terça-feira, 28 de outubro de 2014

Sociedade do conhecimento


Caros colegas. Tudo bem?

Estava navegando pela rede, buscando materiais para discutir sobre avaliação, sobre o papel do professor, entre outras coisas, e me deparei com um vídeo no qual Viviane Mosé discute sobre a Educação na sociedade do conhecimento.

É um vídeo de 2013, com uma temática que nos dá margem para muitas reflexões, pois fala sobre o momento atual, em que conteúdos não devem ser a preocupação principal das escolas, posto que estão disponíveis nas diferentes mídias e redes sociais. O principal, segundo Viviane Mosé e cujo pensamento conpartilho, é proporcionar as reflexões, a criatividade...

Fica mais uma dica para todos, Espero que gostem!!
Abraço,
Lisbeth







quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Discutindo sobre a Educação Musical Inclusiva

Caros amigos e amigas

Hoje tive a honra de participar do VII  Seminário da AAPG (Associação dos Amigos do Projeto Guri), em mesa redonda com minha grande parceira, Viviane Louro. 

Este Seminário começou ontem e tem como tema a Inclusão e o ensino coletivo de música. Sua programação está bastante interessante e tenho certeza que todos os participantes irão aproveitar muito. 

Eu e Viviane falamos sobre a Educação Musical Inclusiva, abordando a importância da reflexão das práticas pedagógicas e também apresentando sugestões de adaptações de diversos níveis. 

No mês passado tivemos o II Simpósio Itinerante de Educação Musical Especial em Maceió, com um público também muito interessado. Lá também estiveram ministrando cursos e palestras Isabel Bertevelli, Soraya Rebouças e Fabiana Louro. 

Tendo em vista o grande número de participantes nestes dois eventos,  bem como os apontamentos e questionamentos feitos, pude confirmar o quanto esta temática é atual e importante! Espero que tenhamos mais oportunidades como estas!!



Descrição: Nesta foto, estou com Roberta Martinez, que é uma das coordenadoras do Projeto Guri e com Viviane Louro, Estamos ao lado do Banner do evento, o qual tem uma imagem semelhante a uma colcheia, sendo que no colchete observamos o tema do evento e na cabeça da figura observamos uma flor com várias cores. 

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Desafios da Educação

Olá!!! Tudo bem?

Neste mês de agosto completei 25 anos de docência!!
Pois é, 25 anos dedicados à escola pública, ao ensino de crianças com e sem deficiência.
Desafios?? Muuuitos!! Conquistas?? Imensas!!!

Aprendi e aprendo todo dia com todos os alunos, com todos os colegas, mas vejo também o quanto necessitamos avançar no que diz respeito à qualidade do ensino básico. As escolas estão com muitos alunos, os professores estão sobrecarregados, as cobranças são muitas... Faltam materiais básicos, faltam equipamentos, falta tempo para planejar e implementar ações que de fato possam mudar esta realidade.

Mas... nem tudo é problema! Se pensarmos nas políticas de inclusão, por exemplo, vemos o quanto os alunos com deficiência estão avançando nas escolas regulares, pois o fato de terem acesso à escola tem favorecido suas aprendizagens e sua inserção no meio social. Claro que muitas coisas precisam melhorar, mas muito já foi conquistado.

Minha contribuição de hoje é o rico debate com educadores que a Rádio CBN realizou no final de semana sobre os desafios que o futuro governador terá  no que diz respeito à Educação no Estado de São Paulo. No link a seguir vocês terão acesso ao registro em áudio. Vale a pena!

Abraços!
Lisbeth

http://cbn.globoradio.globo.com/grandescoberturas/eleicoes-2014/2014/08/30/CBN-SAO-PAUDebate Desafios na Educação no Estado de São Paulo

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Formação de Professores de Música

Olá, pessoal! Tudo bem?

Quem me conhece sabe o quanto eu sou envolvida com a formação de professores e o quanto eu procuro sempre valorizar a formação inicial e incentivar a formação continuada. Neste percurso, vou buscando materiais de estudo, vou tendo contato com diferentes pessoas, vou buscando melhorar a qualidade do meu trabalho. Tudo isto me motivou a criar este blog...

Outra motivação é a possibilidade de partilhar saberes, materiais, dicas, curiosidades, sugestões, propostas, e tudo o que for interessante para incrementar o trabalho docente.

Assim, nesta postagem de hoje compartilho um trabalho organizado pelos professores José Soares, Sérgio Figueiredo e Regina Finck, ao qual tive acesso no encontro da ISME (pois é, este encontro foi muito produtivo para mim...)

O livro, intitulado A formação do professor de Música no Brasil  (Editora Fino Traço) é resultado de extensa pesquisa a respeito da formação de professores de  música no Brasil e acredito que pode ser fonte de muitas outras pesquisas. Vocês verão um capítulo sobre currículo, deficiência e inclusão, outro sobre tecnoloigas, outro sobre gênero... Enfim, vale a pena ler e partilhar!

Abraços a todos!!
Lisbeth





quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Apresentações artísttcas na ISME 2014




O Encontro da ISME realizado em Porto Alegre foi muito importante, tanto do ponto de vista acadêmico quanto do ponto de vista artístico. Foram vários grupos que participaram de diferentes momentos do evento, mostrando a grande diversidade que temos no cenário musical.
Destaco aqui dois momentos marcantes para mim.

Eu adoro a música Nesta Rua... E fiquei encantada com a versão apresentada por Marília Vargas e André Mehmari no Concerto de Abertura da ISME, a qual partilho com vocês neste vídeo.

Outro grupo que apresentou-se foi o Bella Voce, dos Estados Unidos. As meninas encantaram o público, com um repertório bem variado e com excelente qualidade. Apreciem!!!



Até a próxima!!
Lisbeth

terça-feira, 29 de julho de 2014

Algumas notícias da ISME

Caros amigos! Tudo bem?

Como lhes disse, na semana passada estive em Porto Alegre, participando do encontro da ISME.
Lá eu apresentei, junto com a colega Ana Célia de Lima Viana, o trabalho entitulado Educação Musical e Deficiência Intelectual: estratégias para a aprendizagem musical.




Tivemos no grupo de Educação Especial e Musicoterapia pessoas de várias partes do Brasil e também da Suécia,  África do Sul, Austrália,  Finlândia e Estados Unidos. Foi uma ótima experiência!!!





Nesta fotos estou reunida com amigos especiais (da esquerda para a direita):
Alessandra Alexandroff (representante do Sopro Novo),  Isamara Carvalho (UFSCar), Renata Gelamo (SESC Vila Mariana), eu!!!, Davi Castelo (UFG) e Patrícia Michelini (UFRJ).






Entre tantos trabalhos apresentados, gostaria de destacar hoje um trabalho da Universidade de Roehampton,  Inglaterra. Lá eles desenvolvem várias atividades voltadas para pessoas com deficiência, tanto na área da Educação Musical quanto da Musicoterapia. No site Sounds of Intent vocês podem ver um extenso material para pesquisa, desde vídeos com algumas atividades até a indicação de artigos. Deem uma olhada!!

Vou colocando aqui outras dicas!

Abraços!
Lisbeth

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Rumo à ISME!!!

Olá, pessoal!!

Desta vez escrevo aqui para dizer da minha grande alegria - e também ansiedade, claro!!! - em poder participar do encontro da ISME (International Society of Music Education) que acontecerá em Porto Alegre, na semana que vem.

Este encontro acontece a cada dois anos em algum lugar do mundo e os gaúchos serão os responsáveis por sediá-lo e por receber pessoas de diferentes regiões do Brasil e de diferentes países que preocupam-se em realizar uma Educação Musical de qualidade.

Infelizmente o período de inscrições já passou, mas aqueles que tiverem interesse poderão verificar todos os detalhes no site da ISME ou mesmo no caderno de programação. Seguem os links:

Sobre a ISME

Caderno de Programação


Na próxima semana postarei detalhes dos trabalhos apresentados e das discussões que serão realizadas as quais, com certeza, serão de alto nível!!!

Abraços e boa semana!!
Lisbeth


terça-feira, 8 de julho de 2014

Acessibilidade na informática

Para as pessoas com deficiência, a tecnologia torna as coisas mais fáceis. Para as pessoas com deficiência torna as coisas possíveis. (RADABAUGH,1993).

Na postagem passada falei sobre a Acessibilidade relacionada à Copa e hoje retomo o assunto, desta vez para comentar sobre um trabalho desenvolvido na UFRGS e que possibilita a muitas pessoas com deficiência o simples ato de escrever... 

O teclado virtual silábico-alfabético Mousekey, desenvolvido por Cláudio Luciano Dusik, um rapaz com Atrofia Espinal Muscular Infantil,  permite às pessoas com deficiência física digitar textos de forma mais simples e sem a exigência de muitos movimentos, tornando a comunicação mais ágil. 

Na imagem a seguir, é possível verificar com o teclado está organizado. Apenas com movimento de mouse, o usuário pode selecionar letras ou sílabas com facilidade. 



É um excelente recurso para usarmos com alunos das Salas de Recursos Multifuncionais!


Deixo  em anexo o site para conferir todas as informações e baixar o Guia do Usuário
http://www.ufrgs.br/niee/mousekey.htm


Grande abraço!!
Lisbeth

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Copa do Mundo acessível

Olá, pessoal!

De maneira geral, estamos todos envolvidos com a Copa do Mundo, acompanhando aos jogos e fazendo a nossa torcida. Apesar de todas as críticas e manifestações iniciais - com as quais concordo em parte - me parece que em termos de organização e infraestrutura estamos indo bem!!

Mas aqui quero compartilhar um vídeo e uma reportagem que tratam, como sempre fala Gilberto Dimenstein, sobre a grande capacidade e inventividade humanas. De que maneira pessoas com deficiência, especialmente aquelas com deficiência visual e auditiva, podem acompanhar aos jogos?

Pois bem, na reportagem, vemos dados sobre um serviço voluntário de audiodescrição que foi implantado em alguns estádios (e que, esperamos, continue a ser oferecido após o término da Copa). Assim, pessoas cegas poderão acompanhar a tudo que acontecer, com riqueza de detalhes. Em uma reportagem sobre o mesmo assunto apresentada na TV, um  dos voluntários chamou a atenção para o fato de Neymar geralmente entrar em campo com a gola da camisa levantada - este é um detalhe que na narração comum de jogos, feita em rádio ou TV, não aparece...

No vídeo, vemos todo o trabalho feito para que um rapaz surdocego pudesse acompanhar, em tempo real, a abertura da Copa do Mundo e o jogo Brasil X Croácia. Os responsáveis fizeram um campo de futebol tátil e, fazendo uso de LIBRAS, passaram toda a emoção do evento.

Vale a pena ver!!
Abraços e boa semana!!

esphttps://www.youtube.com/watch?v=TK2AgzBBvKw"ortes.estadao.com.br/noticias/futebol,audiodescricao-detalha-partida-da-copa-do-mundo-para-cegos,1517327



sexta-feira, 20 de junho de 2014

Música para todos? SIM!!!

Olá, pessoal!

Há alguns anos atrás, mais ou menos em 2007, o coordenador da Escola de Música da Fundação das Artes me disse que uma família o havia procurado para matricular seu filho Lucas, com diagnóstico de autismo e com um grande interesse em estudar Música. 

Na época Lucas foi matriculado no Curso de Musicalização e  estávamos delineando o  Projeto de Apoio Pedagógico e Inclusão da escola. 

Foi um extenso percurso até aqui... 
Sempre me lembro das primeiras vezes que propus que Lucas realizasse um ditado rítmico. Quando eu ditava alguma figura rítmica com o som TA, ele escrevia, literalmente, TA- TAAAA- TA-TA... não usava nenhuma figura, tinha pouca autonomia... 

Trabalhamos com fichas, com escrita não convencional, com diferentes materiais e com adaptações curriculares, em um trabalho em equipe que envolveu diferentes professores e também os monitores do Programa. Hoje temos um aluno excelente, que não só escreve todas as células rítmicas, mas que também consegue identificar a nomear todas as tonalidades, dentre outras coisas. Dificuldades? Claro que ele tem, mas sempre busca superá-las, com seu jeito metódico e com o apoio de sua família, sempre presente. 

Deixo aqui dois vídeos de apresentações que Lucas realizou pela Fundação das Artes, orientado pela Professora Vanessa Nonis. Um vídeo é de abril/2013 e o outro de junho/2014 (Vídeo 2) e podemos ver quantos avanços este aluno teve, em vários aspectos. É ou não é para refletirmos sobre a importância de dar  oportunidades??

Abraços!!


Vídeo 1
https://www.youtube.com/watch?v=KjWqlKJuRYo

Vídeo 2
https://www.youtube.com/watch?v=Xen9l8MWnAk

sexta-feira, 6 de junho de 2014

E o semestre terminou...

Caros amigos...

Pois é, hoje é dia 06 de junho, mas estamos todos em fim de semestre, devido à Copa do Mundo.
Parece que o Brasil vai parar por causa deste evento, não é mesmo? Bom, São Paulo já parou ontem devido à greve dos metroviários, e tem parado constantemente devido a tantas manifestações...

Mas, voltando ao assunto de hoje... Como as escolas estão encerrando o semestre letivo, gostaria de falar aqui sobre avaliação, este ponto tão importante do trabalho pedagógico e que por vezes é entendido apenas como aplicação de provas.

Quem lê e estuda sobre o assunto, sabe que avaliação deve ser processual e que deve ter o aluno como parâmetro dele mesmo, sem comparações com os demais da turma. No caso dos alunos com deficiência, este aspecto é fundamental, ainda mais se pensarmos que temos alunos muito comprometidos em turmas de terceiros, quartos ou quintos anos, ou até mesmo em turmas mais avançadas. O que fazer nestes casos? Como avaliar?

Eu tenho sempre considerado a importância de estabelecer claramente os objetivos do trabalho, delineando as ações que serão necessárias no período estabelecido, seja ele o bimestre, o trimestre ou o semestre. Assim, podemos ter maior clareza do ponto de partida e do ponto de chegada, evitando o equívoco de dizer que determinado aluno não faz, não consegue, não aprendeu... Como ele começou o período letivo? Que saberes ele já apresentava? Como ele se relacionava com o seu grupo-classe? Que ações foram desenvolvidas??

O grande problema é que os alunos com deficiência estão inseridos em um sistema que acaba priorizando ações padronizadas, em detrimento das ações individualizadas e personalizadas, as quais seriam adequadas e interessantes não só para os referidos alunos mas também para os demais. Problemas no ensino público... Mas isto é assunto para outra postagem!!

Para finalizar, fica a dica de leitura de artigo de Silva e Meletti, que analisa a participação dos alunos com deficiência nas avaliações em larga escala, estabelecida pelo MEC. No resumo do artigo temos a seguinte frase:

"Os resultados da pesquisa apontam que uma parcela significativa da população com necessidade educacional especial realizou o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM); entretanto, na Prova Brasil a participação dos alunos com necessidades educacionais especiais foi mínima, o que reforça a ideia de ambiguidade entre discurso e prática inclusiva." (Silva e Meletti, 2014)

Temos muito o que refletir!!
Segue o artigo completo!
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-65382014000100005&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt

Bom fim de semana para todos!!
Lisbeth



sexta-feira, 30 de maio de 2014

Educação Musical nas escolas públicas

Caros amigos

Desde 2008 temos a Lei 11769 que indica alteração na LDB de 1994, inserindo a música como conteúdo obrigatório, conforme o parágrafo que se segue:


§ 6o  A música deverá ser conteúdo obrigatório, mas não exclusivo, do componente curricular de que trata o § 2o deste artigo.” (NR)


Apesar disto, e já após seis anos, tenho a impressão que não ocorreram muitas mudanças, pois a Lei não apresentou diretrizes para o Poder Público organizar tal ação...


 - Que professor? 
 - Que conteúdos? 

Estas são algumas das indagações que surgiram na época da promulgação da Lei e que ainda estão sem respostas completas. Cada Município e cada Estado fez a sua leitura e desenvolve as ações conforme lhe convém... Enquanto isto, muitas crianças acabam ficando sem acesso a este bem cultural, ouvindo apenas o que a mídia veicula de forma massante... 



Moro na região do ABC Paulista e vejo que alguns municípios daqui estão desenvolvendo algumas ações isoladas, importantes sim, mas que ainda não trouxeram alterações significativas para todo o alunado . Em São Bernardo do Campo, por exemplo, a Prefeitura fez convênios com algumas ONGs que estão desenvolvendo este trabalho, mas em algumas escolas da Rede Municipal. Em Santo André, foram oferecidos cursos de capacitação para professores na gestão anterior, mas como mudou a administração, talvez as coisas não tenham tido continuidade. 

Diante disto, fica a pergunta: A música ( e a Educação Musical) é mesmo para todos??? Quem são e quantos são os que realmente têm acesso a esta linguagem artística???


Sugiro a leitura de pequeno artigo publicado no Boletim Arte na Escola e que apresenta os prós e os contras da implantação desta lei. Confiram em http://abemeducacaomuas sical.com.br/artsg2.asp?id=20

Temos também o artigo do presidente da ABEM, Prof, Luis Ricado Silva Queiroz, que faz um parecer sobre as Diretrizes Nacionais para a operacionalização do ensino de Música na Educação Básica. Este parecer está disponível em
http://abemeducacaomusical.com.br/sistemas/news/imagens/Analise%20das%20Diretrizes%20para%20operacionalizacao%20do%20ensino%20de%20musica.pdf


Finalizo esta postagem com trecho da Professora Marisa Fonterrada, de 2005:
 "O mais significativo na educação musical é que ela pode ser o espaço de inserção da arte na vida do ser humano, dando-lhe possibilidade de atingir outras dimensões de si mesmo e de ampliar e aprofundar seus modos de relação consigo próprio, com o outro e com o mundo."

Abraços musicais!!
Lisbeth




quinta-feira, 22 de maio de 2014

Começando!!!

Caros amigos!

Inicio hoje este blog e estou muito contente por isso!! Eu já havia pensado em uma maneira de compartilhar minhas experiências profissionais, minhas descobertas e minhas inquietações de uma forma mais espontânea e abrangendo grande número de pessoas , mas ainda não havia colocado a "mão na massa".  Agora surgiu a possibilidade e pretendo aproveitar!

E por que o nome "Música e Educação para todos"?
Vamos por partes...
A Música: Desde pequena tenho contato com música e para mim é como se tivesse nascido sabendo ler partituras... Comecei a estudar piano com seis ou sete anos e segui até finalizar curso técnico neste instrumento, na Fundação das Artes de São Caetano do Sul.

A Educação: venho de uma família de professores e, como filha mais velha, fui encaminhada para o Magistério... Prá dizer a verdade, não me lembro de ter pensado em ser professora, mas aceitei a orientação dos meus pais e acabei me identificando com a área. Ainda no Magistério, comecei a ter contato com a Educação Especial e com a Educação Musical e é aí que tudo começou a se entrelaçar...

Neste percurso, venho refletindo sobre a ideia de educação e de música para todos, buscando sempre alternativas e acreditando no potencial de todos e de cada um, pensando que existem muitas maneiras de ensinar e outras tantas de aprender.

Hoje trabalho com pessoas com e sem deficiência, e penso que tanto a Educação  quanto a Música são importantes elementos transformadores e que podem gerar melhorias na qualidade de vida de todos.

Espero que este espaço seja proveitoso para todos nós!!!
Abraços,
Lisbeth